Sobre conveniência …

Não sou nenhum cara bom com as palavras. No minúsculo círculo de conhecidos que tenho, devo ser o que mais tem dificuldades em se expressar ou conseguir ser preciso e assertivo na mensagem que eu gostaria de passar. Na escrita o fato de eu ser um semi-analfabeto não facilita em nada a comunicação, mas mais uma vez vou tentar “falar” aqui.

É difícil agradar o ser humano, sabe! Sabe a conveniência dos contatos e vínculos de “amizade”? Queria conseguir trabalhar isso com a mesma habilidade e naturalidade que as pessoas ordinariamente comuns e interessantes conseguem! Falar só o que querem ouvir, ser solícito, ser prestativo e sempre disponível. Estar sempre em constante comunicação por saber que mais cedo ou mais tarde aquele contato me será útil. Queria poder olhar pras pessoas e vê-las como os objetos que sou pra elas. Ainda que seja o objeto inútil que sou, mas queria dominar essa arte da conveniência.

Hoje o meu dia perdeu mais cor do que de costume. Sabe “Pleasentville” com Tobey Maguire? Em dias como hoje eu sinto que vivo nesse filme, só que ao contrário. Os sentimentos que trazem a cor aos personagens estão cada vez mais distantes e estão me devolvendo a vida em P&B. Emoções que parecem desconhecidas e/ou esquecidas por mim.

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