Para ler ouvindo “Isopor”

Leia ouvindo isso!

Parece que sou o único que não aprende com seus erros! Continuar este blog JÁ É UM GRANDE ERRO! Blogs deveriam ser exclusividades de pessoas inteligentes que sabem expressar suas idéias boas ou ruins e que normalmente sabem escrever. Não me encaixo em nenhuma dessas opções, portanto não deveria manter isto aqui.

Tô numa posição difícil, mas eu sei que a vida de ninguém é fácil. Juro que não entendo quando vem um “coleguinha de MSN” falar comigo e dizer que pra tudo existe uma solução. Muito fácil pra ele que já acorda lindo com aquela estrutura óssea perfeita e rostinho angelical, que namora caras simplesmente lindos e tem sempre mais uns 3 mais lindos ainda na fila esperando por uma oportunidade. Qual proplema uma pessoa dessa enfrenta? Indecisão, né?

Tenho muito o que falar, mas não sou eloquente o suficiente para passar isso para cá! Honestamente não sei se isso serviria de alguma coisa, mas ainda assim quando estou prestes a esplodir eu sempre venho aqui e cometo vários erros ortográficos (ainda mais depois da reforma).

Juro que não tem quem me convença que terapia me ajudaria. Ajudaria a quê? A aceitar ser o que eu sou? A me acostumar com a minha mediocridade? A lidar com todas as minhas “faltas” e ser sociável? Fingir que estou bem não me torna alguém melhor, mas me torna conveniente e hoje tá cheio de lojas de conveniência, não é verdade?

É verdade que ninguém fica do lado de um chato, mas ninguém bonito, atraente e interessante fica com um cara conveniente e só, fica? Até fica, se além de conveniente você for tão bonito, atraente e interessante quanto. Não sou esse tipo. Máximo que conseguiria ser seria aquele cara engraçadinho e legalzinho que é super agradável de se acompanhar por aí enquanto se procura (caça) alguém na noite. Alguém para se comentar como aquele é bem, aquela não é e etc. Isso seria o máximo e com muito, MUITO esforço.

Nunca foi minha intenção passar a imagem de que sou alguém “cult”, mas parece que passo. Talvez seja meu subconsciente mandando um sinal daquilo que gostaria de ser. Foi aí que uma vez me perguntaram se eu era esse cara. Bem que eu gostaria de ser!

Não importa o que eu faça. Eu não mudo. Queria ao menos uma vez ser aquele que chega num lugar e que é apontado, não por ser ridículo, mas por ser desejado. Queria não ter nascido, não ter que aguentar toda essa negação, tudos esses testes e provas que me levam ao mesmo resultado falho e sentimento de derrota. Queria não mais viver, mas também falho com a ideia de suicídio.

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