Agosto

the boy and the tree

Ultimamente tenho pensado sobre perdas. Sempre tenho medos que me seguem e isso é natural do ser humano, mas esses dias penso com mais afinco sobre isso, sobre o que certamente acontecerá, mais cedo ou mais tarde.

Não sou poeta. Não sei lidar com as palavras e muito menos com meus sentimentos. Mal domino minha língua nativa, mas tento lançar aqui coisas que me perturbam a fim de aliviar cargas.

Sou um estúpido mesmo. Sigo errando. Insisto em cometer mesmos eros, fazer as mesmas escolhas. Única coisa que muda mesmo é a situação, mas as consequências sempre são semelhantes. Não estou sendo claro, né? Nem quero ser.

Já escrevi isso umas 465 vezes e volto a digitar: tô colhendo o que plantei e continuo plantando sementes ruins ou, muitas vezez, perdendo a época do plantio e curtindo a estiagem.

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1 Comentário

  1. quando você escreve assim, eu me sinto muito perto de você. e é até gostoo de ler, apesar de triste, por saber que não estou sozinha nisso.

    nós vamos vencer, Lex!


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