No caminho …

Duck_WayTempinho que não escrevo nada por aqui. Não sei se isso é algo bom ou ruim, visto que só procuro colocar pra fora coisas com as quais não tenho alguém para conversar. Com base neste fundamento acredito que escrever aqui ainda tenha mais vantagens do que não fazê-lo.

Esta semana eu tenho sentido tudo com mais intensidade. Meus medos, saudades, meus sonhos. Não sei exatamente o que desencadeou esta avalanche de sentimentalismo, mas algo o fez. Fica difícil pra eu passar tudo para o papel e trancrever para cá. Não sou bom com as palavras como muitos do meus conhecidos blogueiros são. Isso não dá muito crédito a quem quer se formar em Publiciade, né?

Então … Quando estou a caminho do trabalho meus pensamentos me acompanham e ultimamente eles têm gritado. Sinto muita falta das minhas saídas noturnas. Não exatamente das saídas, porque ainda posso sair quando eu puder. Tem algo que não volta mais. Aquela época, aquele lugar, aquele mesmo grupo de pessoas e os planos que eu tinha naquele período. Talvez eu não devesse me prender ao passado. Acredite se quiser, mas tenho sim visto um futuro, ainda que presente, mas tenho planejado coisas a longo prazo. Porém nada me faz parar de recordar momentos bons que passei. Vendo por esse lado me sinto bem. Tenho tentado não pensar no que perdi, mas no que ganhei e vivi.

“Saudade é o grito sufocado da lembrança de um passado que jamais irá voltar”

Tirando isso, tudo está igual. Continuo sentindo falta do que nunca tive. Estranho, né?

Agosto

the boy and the tree

Ultimamente tenho pensado sobre perdas. Sempre tenho medos que me seguem e isso é natural do ser humano, mas esses dias penso com mais afinco sobre isso, sobre o que certamente acontecerá, mais cedo ou mais tarde.

Não sou poeta. Não sei lidar com as palavras e muito menos com meus sentimentos. Mal domino minha língua nativa, mas tento lançar aqui coisas que me perturbam a fim de aliviar cargas.

Sou um estúpido mesmo. Sigo errando. Insisto em cometer mesmos eros, fazer as mesmas escolhas. Única coisa que muda mesmo é a situação, mas as consequências sempre são semelhantes. Não estou sendo claro, né? Nem quero ser.

Já escrevi isso umas 465 vezes e volto a digitar: tô colhendo o que plantei e continuo plantando sementes ruins ou, muitas vezez, perdendo a época do plantio e curtindo a estiagem.

Aceitação …

Acho que nunca chegará o dia em que me aceitarei. Fato!

Preciso aceitar vários aspectos da minha vida. Coisas que por mais que eu queira NÃO mudarão!

Meu horizonte

Esse deveria ser um post de desabafo, mas as palavras sumiram da minha cabeça. Devo arrumar uma maneira de postar a caminho do trabalho ou durante minha série preferida de TV!

Tenho acompanhado Six Feet Under e estou adorando o drama que os personagens enfrentam. Dentre as séries que gosto já me identifico com 3 personagens e até arrisco afirmar que minha personalidade é algo próximo da junção dos 3. São eles: Dun Humphrey (Gossip Girl), Seth Cohen (The O.C.) e David Fisher (Six Feet Under). Assustador, não é?!

Hoje um “amigo” deveria estar aqui. Na verdade ele deveria estar comigo neste exato momento. Para quê?! O de sempre. Apenas companhia. Mas isso é tão egoista de minha parte. Carecer de companhia?!! Há alguns anos costumávamos ouvir fitas K7 e CDs por longas tardes. Era tudo que fazíamos e era muito bom. Não sei onde o prazer da companhia se perdeu. Única coisa que é concreta disso tudo é que as coisas mudaram.

Mudança. Palavra que poucos encaram e muitos acreditam ser um alívio. Por um momento também senti alívio, algo que em muitos casos é solução de problemas, uma das muitas certezas desta vida e um dos meus maiores medos. Aos poucos encontro meu destino que parece cada vez mais nítido e próximo. Aos poucos vou perdendo meus companheiros de vista. No fim da caminhado estou certo que a única coisa que conseguirei ver será o horizonte, aquela linha imaginária que representa um destino. Ao meu lado estarão os frutos que plantei, pelos quais morrerei intoxicado, vítima do meu próprio veneno.

Parabéns?!

Ontem, 10 de junho, foi meu niver. 24 anos completados. Daí foram aqueles scraps no Orkut de contatos que viram o lembrete no profile e quizeram dar uma passadinha, né?! Hoje já se pode até receber “felicitações” através de replies no Twitter, não esquecendo também da famosa SMS.

Mas afinal de contas o que eu tenho para comemorar nesta data? Como vou me alegrar com isso? Agradeço quem disperdiçou seu tempo escrevendo e gastou seus R$0,31 com SMS, mas e eu? O que eu devo comemorar? Não sou o mesmo cara de um ano atrás. Fatalmente devo ser alguém bem pior. Não ocorreram mudanças significativamente positivas nos últimos meses. Estou saindo de uma tempestade forte. Depois da chuva vem sempre a calmaria. E nada acontece em calmarias. Meus últimos 365 dias foram frustrantes e perturbadores. Tenho a certeza de que sou alguém pior profissionalmente, fisicamente, emocionalmente, enfim … Em todos os aspectos.

Com isso eu olho pra trás e vejo quem perdi. Amigos, amores, turmas inteiras. Tenho a ciência de que tudo na vida é passageiro e que devemos aproveitar os momentos bons, mas é unamidade: sou eu o problema!

Então digo a mim mesmo: “Parabéns, Pato! Você merece o que/quem não tem!”

this is me tomorrow!

this is me tomorrow!

Por baixo do boné.

nObre ® Hoje foi mais um episódio interessante da minha vida. Estávamos um colega de trabalho e eu falando sobre os diversos tipos de clientes que adentram a loja que trabalhamos quando eu comentei sobre um cara que coinscidentemente ele também conhecia. Claro que não citarei nomes.

Falávamos sobre pessoas bonitas que geralmente ficavam com gente feia. Nessa conversa eu exemplifiquei o caso do Joaquim (nome fictício do cara) que só fica com velhos que possam manter seu custo de vida. Daí meu colega fez um comentário sobre um outro funcionário da loja. O quanto ele era lindo, perfeito, etc e tal … Daí ele complementou: ” - Pena que ele é hétero! Mas se fosse gay ele nunca que olharia para nós.

Aquilo me atingiu. Foi uma bobagem, mas são justamente essas coisas do dia-a-dia que nos provam por A+B quem somos. Posso ser fútil pensando assim, mas é fato! Não sou lindo, nunca fui gato e nem sou gostoso. Sou apenas eu e no competitivo mundo gay onde um rostinho bonito, um corpo legal e uma roupa bacana são pontos importantíssimos para despertar o interesse de alguém (sem mencionar a marca do sungão), eu não sou ninguém! Por essas e outras que me escondo embaixo de um boné e faço de uma saída um acontecimento.

All by myself …

No final do mês passado decidi convidar um amigo (assim que vou chamá-lo nesse post) para comer alguma coisa após um dia de trabalho. Trata-se de um velho colega de trabalho. Uma vez ou outra nos falamos pelo MSN e trocamos algumas palavras pessoalmente no shopping.

Neste dia tivemos uma agradável refeição e falamos sobre um assunto que eu dificilmente trato de falar: de mim. Uma pergunta me deixou pensativo. Ele me perguntou quem era meu amigo hoje, em quem eu podia confiar. Não foi uma surpresa a minha reação (não sei pra ele). Fiz aquela cara de quem não sabe a resposta da arguição de Matemática na 2ª série, sabe?! Foi aí que mais uma vez me deparei com minha realidade. De alguma maneira estou só.

Dúvida eterna.

Ontem passei numa loja e concretizei mais um de meus desejos consumistas: Comprei um par de óculos modelo 80’s de aro verde e lentes degradê escuras. Tinha um tempinho longo que eu paquerava com eles e um amigo até chegou a comprar exatamente o mesmo par antes de mim … Whatever!
Fato é que após a aquisição do desejado produto eu meio que me arrependi. Não por ser igual ao do Luc, mas pela cor mesmo. Pensei em trocar pelo vermelho, mas aí depois de perturbar muito a minha irmã pedindo sua opinião (ela é minha personal stylist) notei que o problema não é a cor, não é com os óculos, sou eu.

Tô longe de me entender, mas se tem algo que nunca serei é alguém “descolado” ou interessante. Cara, desisto! Uns amigos já me aconselharam: – Para de querer ser isso, aquilo, etc! – Acho melhor parar mesmo. Um óculos não vai mudar quem sou ou o que sou. Um par de tênis não vai me melhorar. Uma estampa cool não me transformará na cobiça da noite. Tudo é fútil, tudo é passageiro e tudo tem um prazo de validade muito curto.
Então concluo que, mais uma vez, o problema está em mim. Eu sou o problema e não encontro a solução. Não é a toa que estou sozinho e não me admirarei caso termine sozinho essa longa e inevitável caminhada que é a vida.

Shut up and let me go!

Shut up and let me go!

Blog oficialmente reclamado ;)

A partir de agora o Memórias Póstumas está indexado pelo BlogBlogs.Com.Br tal como o Blog do Pato! ;)

Eu digo é valha !!!

Anônimo disse… Bom dia IDIOTA !
Eu sou o NAMORADO do Raphael , e venho lhe comunicar que não estou gostando nada de ver a foto dele ai no seu blog , mesmo que seja como leitor , referencia o Caralho a 4 !
e que tb odiava suas visitas no orkut !mas como vc nao eh homem faz as coisas escondidA
Estou apenas lhe avisando ,Nao gosto de vc !
e posso acabar com essa sua VIDA VIRTUAL !
Espero ser atendido ,”

Só o que posso dizer é: